Há dias, duros esses, em que um cansaço imenso e letárgico invade cada milímetro de nós. Não um cansaço físico, porque esse atenua-se com umas horas de sono, com uma tarde de sofá. Não. Cansaço de lutar, de sorrir, de acreditar, de sentir, cansaço de todas as pequenas e maravilhosas coisas que nos enganam. Enganam-nos porque fazem acreditar que o que virá depois é melhor. E quiçá o que virá depois, é somente aquilo que devia ser, nem melhor, nem pior. Aquilo que tentamos adiar com o sorrir e o acreditar. Gostava de não me cansar. Que este doce engano perdurasse num para sempre (embora improvável), mais que desejável. Ainda assim, e profundamente cansada, sorrio. Será talvez e sempre, o melhor caminho. Porque posso baixar os braços, deixar de lutar, de acreditar, de sentir. Mas sorrindo me mantenho fiel a mim mesma. E que o cansaço, esse fique entre nós.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
cansaço.
Há dias, duros esses, em que um cansaço imenso e letárgico invade cada milímetro de nós. Não um cansaço físico, porque esse atenua-se com umas horas de sono, com uma tarde de sofá. Não. Cansaço de lutar, de sorrir, de acreditar, de sentir, cansaço de todas as pequenas e maravilhosas coisas que nos enganam. Enganam-nos porque fazem acreditar que o que virá depois é melhor. E quiçá o que virá depois, é somente aquilo que devia ser, nem melhor, nem pior. Aquilo que tentamos adiar com o sorrir e o acreditar. Gostava de não me cansar. Que este doce engano perdurasse num para sempre (embora improvável), mais que desejável. Ainda assim, e profundamente cansada, sorrio. Será talvez e sempre, o melhor caminho. Porque posso baixar os braços, deixar de lutar, de acreditar, de sentir. Mas sorrindo me mantenho fiel a mim mesma. E que o cansaço, esse fique entre nós.
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